Circuito de Cicloturismo Vale Europeu Catarinense – Planejamento

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Desde o dia em que a palavra cicloturismo entrou nas nossas vidas eu e Eduardo sonhamos com o momento em que ela se tornaria uma realidade não virtual.

Depois de alguns planejamentos frustrados por várias razões, finalmente, no dia 28 de março de 2013 iniciamos nossa primeira viagem como cicloturistas. Escolhemos o Vale Europeu, em Santa Catarina, “o primeiro roteiro no Brasil planejado especialmente para ser percorrido de bicicleta…”.

O Clube de Cicloturismo promove um evento chamado Velotour que faz percursos com grandes grupos pelo Circuito do Vale Europeu e pelo Circuito Costa Verde & Mar, ambos em Santa Catarina. Nossa intenção primeira foi de fazer o circuito com o Velotour, mas o carnaval seria um período complicado para nós. Então decidimos fazer sozinhos. Fomos na Páscoa: final de março, início de abril, porque a Kika, nossa amiga de Santa Catarina, afirmou que em abril chove menos por lá. Veja bem: chove menos! O que é bem diferente de “não chove”.

O circuito do Vale Europeu foi criado há apenas 6 anos por alguns moradores da região que formaram uma associação e fizeram convênios com municípios para viabilizar o projeto. É dividido em parte baixa, mais habitada, com altimetria menos penosa, e parte alta, com poucos habitantes e altimetria de arrasar. O roteiro sugerido está todo sinalizado e começa pela parte baixa. Cicloturistas menos preparados fisicamente ou com menos tempo disponível podem optar por fazer apenas a parte baixa do percurso enquanto outros, bem preparados ou loucos, completam o circuito circular. Acho que nos enquadramos na categoria dos loucos…

Após ler vários relatos e estudar cuidadosamente o roteiro proposto no site, decidimos fazer o caminho inverso, começando pela parte alta. Consideramos basicamente que seria melhor estar em locais mais desertos e sem recursos de alimentação, socorro hospitalar, sinal de celular, enquanto estivéssemos mais descansados e com as bikes recém revisadas.

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Como teríamos 9 dias de pedal para fazer um roteiro de apenas 7, decidimos passar uma noite na Pousada Campo do Zinco, um opcional do circuito, porém muito recomendado pelos organizadores e por quem já esteve lá; e passar mais um dia em Pomerode, uma cidade aparentemente fofa! A nossa intenção não era vencer quilômetros no menor tempo possível, mas sim de fazer uma viagem: fotografia, cultura, descanso, lazer, gastronomia, novos amigos… Sem hora para chegar no ponto seguinte (só data).

Lemos também depoimentos de cicloturistas que chegaram arrasados a uma cidade do circuito e, simplesmente, não encontraram hospedagem e restaurantes ou tiveram grande dificuldade para isso. É que as cidades são pequenas e os hotéis e pousadas não têm movimento constante. Então eles lotam rapidinho quando há algum evento na cidade e fecham quando não há reservas. Passaríamos pelas duas situações. Dias de lotação esgotada por causa da Páscoa e dias muito calmos na semana seguinte. Por essas razões, fizemos reservas em todos os hotéis do percurso com antecedência. Afinal, eu sou meio folgadinha. Adoro um conforto e fiquei desesperada só em pensar que chegaria a uma cidade depois de um dia inteirinho de pedal e não teria um chuveiro com água quente e uma cama confortável para dormir. Se necessário, até topo acampar, dormir ao relento, tomar banho frio do tipo “banho de gato”, caçar para comer, tudo isso sem ficar mal-humorada… Mas, podendo, prefiro evitar essas situações.

Fomos de avião pela TAM. O aeroporto de Navegantes, em Itajaí-SC é o mais próximo à Timbó, onde o circuito começa. Mas de Brasília não há voos diretos para  lá. Ao invés de passar o dia todo quicando de aeroporto em aeroporto, apertados dentro de aviões, preferimos ir num voo direto até Florianópolis.

A TAM permite o embarque das bicicletas montadas. Assim fomos. A orientação inicial dizia que os pneus deveriam ser esvaziados para evitar que estourassem com a pressão dentro do avião e sem pedais. Mas quando chegamos ao embarque, um funcionário da TAM disse que tinha que passar um plástico para melhor proteção. O quê??? O Eduardo não gosta muito de perguntar. Coisa de homens. Foi logo ao local onde embalam-se bagagens e mandou embalar as bicicletas. O cara da embalagem avisou que seriam dois “serviços” porque só um não seria suficiente para proteger bem a bike. Começou pela Imelda, minha bike

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Eu fui ficando horrorizada e indignada! Eu não queria dois serviços! Ia ficar caro demais! E a bicicleta teria que ser carregada! Além disso, o site da TAM não manda embalar. Eu voltei ao rapaz da fila e questionei. Ele respondeu que se eu não quisesse embalar não tinha problemas, mas que poderia estragar… Ah! Que raiva! Voltei rapidinho para impedir que a Marjorie, bike do Eduardo, sofresse o mesmo sufocamento. Mas o Eduardo queria protegê-la, coisa e tal… Enfim concordou em embalar apenas o quadro e o guidão. Um serviço deu e a bike seguiu rodando. Dinheiro jogado fora! A gente poderia ter feito essa proteção em casa com filme de PVC ou plástico bolha. Uma coisa bem light, só para proteger partes sensíveis. E ninguém falou de pedais. Não os retiramos.

A Imelda ficou mais ou menos assim, só que com plástico verde. Ficamos tão transtornados que nem nos lembramos de fazer uma foto… No caso da Marjorie, ficaram de fora as rodas.

Para fazer o trecho Florianópolis/Timbó, nós contratamos o Naldo, taxista de Timbó, indicado por Angela e Rui, proprietários da Fazenda Sacramento, em Rodeio. Ele cobrou menos que as empresas que fazem traslados e ainda conseguiu um suporte para bicicletas emprestado que, por sorte era de três lugares, porque com os bagageiros nossas bikes não cabem mais nos suportes de dois lugares.

Os horários previstos para o nosso voo foram: partida às 11h20/chegada às 13h13. Não houve atrasos. O Naldo disse que o horário escolhido para a chegada foi perfeito para evitar o pior trânsito. São apenas 170 km de Florianópolis até Timbó. No entanto, a BR 101 é movimentadíssima. E, quando entramos na BR 470, pouco antes de chegar em Blumenau, o trânsito já estava parado… O Naldo ficou assustado! Explicou que normalmente isso acontece mais tarde, lá pelas 17h. Véspera de feriado… Ele já tem a manha de não ficar parado na estrada e saiu cortando por caminhos alternativos. Chegamos em Timbó às 17h30 e paramos no primeiro posto para encher os pneus. Em seguida fomos muito bem recebidos no Timbó Park Hotel.

Deixamos a bagagem e já saímos para procurar o restaurante Thapyoka, onde compramos o passaporte para carimbar no decorrer do percurso. Não é obrigatório. Não vai fazer diferença ter os carimbos ou não. É só uma graça, um registro para a posteridade.

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Comprando o passaporte ou não, passar no Thapyoka é fundamental, porque o pessoal dá toda a explicação necessária para o início do percurso, além de ser um lugar lindo, ter boa comida e um chopp delicioso.

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No dia seguinte começou nosso roteiro de cicloturismo. A viagem durou ao todo 11 dias, entre o dia que saímos e o dia que voltamos para casa. Apesar de todo o planejamento cuidadoso com definição minuciosa de roteiro, horários, bagagem, etc, concluímos mais uma vez que a prática segue por caminhos inesperados…

Aos poucos vou postando nossas experiências em cada trecho do percurso. Foi uma viagem inusitada!

Veja mais algumas fotos desse dia:

  • 2013-03-28_19h21m43 2013-03-28_19h21m43 Restaurante Thapyoka, em Timbó (SC)
  • 2013-03-28_18h30m57 2013-03-28_18h30m57 Vista do restaurante Thapyoka, em Timbó (SC)
  • 2013-03-28_20h25m32 2013-03-28_20h25m32 Matando a fome...!

29 comentários sobre “Circuito de Cicloturismo Vale Europeu Catarinense – Planejamento

  1. Olá, Erika!

    Que legal que vocês fizeram o Vale Europeu.
    Eu nunca tentei levar a bike “inteira” no avião, sempre empacotei com o mala bike. Mas ela leva muita porrada embalada. Os dois discos de freio estão empenados por causa disso. Suspeito que seja melhor levar montada, mesmo. Tanto que pretendo fazer isso no fim do mês, quem levarei para Floripa. Espero pelo relato dos próximos dias, sem stress de aeroporto 🙂

    • Pois é, Fábio! Deu tudo certo. Na volta nós só passamos filme de PVC no quadro, guidão e banco. Mas não é qualquer companhia aérea que aceita. Tem que checar antes. Abraço!

  2. Muito bom Erika… vou ficar aguardando o restante do relato… Pretendo refazer esse roteiro, só que agora com minha esposa… bem mais tranquilo e de preferência ficando mais um dia em cada cidade pra aproveitar bem o local… Quando fiz, foram 2 etapas por dia e não deu pra aproveitar nem uma cachoeira…

  3. Oi Erika, eu e dois colegas de trabalho iremos fazer o circuito do vale europeu a partir do dia 27/04/2013. Descobrimos o seu blog e já utilizamos algumas dicas que vc comentou. Parabéns pela bela escrita que nos faz acompanhar a viagem de forma muito nítida! As fotos também são bem inspiradoras. Estaremos acompanhando com atenção os próximos posts. Boa pedalada!

  4. Olá Érika,

    Que legal esse passeio, não só pelo lugar que enche os olhos e a alma, mas pelo fato de ser feito de bicicleta. Eu e o Carlos pretendemos ir à Londres no segundo semestre de 2013 e vamos fazer os passeios lá de bicicleta, embora não tenhamos tanto preparo físico, vai ser uma experiência diferente. Depois lhe falo como tudo ocorreu. Beijão para você e o Eduardo.

    Antônia

    • Ai, Antônia! Foi uma experiência única! Vocês vão amar pedalar em Londres. A estrutura para ciclistas lá é excelente! Quero notícias! Beijinhos!

  5. Em outubro de 2012,eu e minha esposa fizemos o V.Europeu-SC
    e também foi a nossa primeira viagem de cicloturismo.Olhando as fotos e lendo o seu relato relembrei de tudo que vivemos nesse circuito,q por sinal só tenho elogios a fazer e indicar pros nossos amigos cicloturistas a fazê-lo.Espero mto em breve voltar lá,vale mto a pena.

  6. Erika, moro no interior de GO. Estou pensando em fazer o circuito no carnaval. Vendo seus comentários, quero saber se pode me ajudar.
    Irei com minha esposa que não pedala. Acha que tem algum problema ir sozinho, se bem que com certeza acharei alguém pelo caminho.
    A inversão do trajeto, valeu a pena…
    Com relação a hoteis, você ficou em cada cidade do circuito – 7 ou passou direto de uma para outra…
    Os hotéis, como foram na sua avaliação…..
    Pode me passar o nome dos hoteis que ficou….
    Teça algumas considerações que achar necessário.
    Grat

    • Olá, Alexandre!
      No Vale Europeu acontece, todo carnaval, um evento chamado Velotour (http://www.clubedecicloturismo.com.br/eventos/velotour1403/velotour.html). Eu e Eduardo vamos participar este ano. Pelo que ouvi, não há mais vagas nas pousadas da parte alta do circuito. Alguns participantes que querem ir de qualquer maneira, levam barraca para acampar. Mas se você for fazer só a parte baixa, pode encontrar vagas nas pousadas. Entre em contato com elas e veja a possibilidade de você participar do Velotour. No ano passado participaram uns 70 cicloturistas. Você vai conhecer muitas pessoas e a viagem será bem mais divertida do que se for sozinho. Se for em outra época, não é certo que encontrará alguém pelo caminho, não. Nós não encontramos nenhum cicloturista. Mas pode ir sozinho sem problemas. Sua esposa poderia ir de carro e te dar apoio. Nem pense em fazer com que ela comece a pedalar lá. É muito difícil!
      No site que informei acima você tem uma relação de hotéis e pousadas em todas as cidades. Aqui no blog eu publiquei 10 posts sobre a nossa viagem. No último eu conto em detalhes as impressões de cada lugar que ficamos (Veja: http://erikahorst.com/vale-europeu-hospedagem-e-despesas/). Dá uma olhada. Nós paramos em todas as cidades. Só não passamos por Indaial, porque paramos antes.
      Quanto ao circuito inverso, para mim valeu, especialmente, porque não conseguimos concluir o circuito e “morri” na parte baixa onde há sinal de celular e cidades maiores. Lá em cima sozinhos, se tivéssemos tido problemas seria complicado (Veja o post: http://erikahorst.com/vale-europeu-informacoes-uteis/)
      Se conseguir ir ao Velotour me avise para nos conhecermos lá. Caso não consiga participar esse ano, programe-se para o Carnaval 2015.
      Qualquer dúvida, estou à sua disposição.
      Abraço,
      Erika

  7. Erika, Boa Noite!
    Pretendo fazer o circuito europeu caminhando. Você tem alguma dica de melhor época. O que achou do caminho e há algum tipo de apoio.
    Agradeço, Simone

    • Oi, Simone!
      O caminho é maravilhoso! Está todo sinalizado, mas não tem apoio. Você pode deixar combinado com alguém para te resgatar, caso haja necessidade, mas muitos lugares não têm sinal de celular.
      Você deve reservar antes as pousadas porque são poucas e muitas ficam fechadas.
      Segundo as pessoas da região, a melhor época para viajar é abril/maio, quando há menos chuvas e não é tão quente (nem tão frio).
      Depois me conta como foi!
      Abraço!

  8. Parabéns pela aventura. O relato está sensacional.
    Pretendo fazer o Circuito com minha esposa esse ano (sozinhos e sem apoio), ou seja, muito parecido com a aventura de vocês.
    Minha esposa já pedalou, mas, devido a um problema de saúde, teve que parar.
    Agora, vai tentar voltar para realizar esse sonho.
    Vi que você sofreu bastante nas subidas e minha dúvida é a seguinte: você pedalava antes, com alguma constância? Como era seu preparo?
    Obrigado

    • Olá, Adriano! Obrigada pelo comentário! Vocês vão amar essa aventura!
      Olha, eu tinha um bom preparo, especialmente muscular. Mas venho observando que não consigo superar limites cardiorrespiratórios. Descobri recentemente que tenho um grande desvio de septo. Não consigo respirar pela narina esquerda. Ou seja, nas subidas, os pulmões exigem muito ar e eu acabo morrendo antes de concluir. Os médicos concordam que isso pode atrapalhar o meu condicionamento. Vou fazer uma cirurgia em breve. Acredito que vou conseguir subir melhor depois disso. 🙂
      Quando fizerem o circuito, deem notícias!

  9. Oi Erika,
    assisti ao Globo repórter que mostrou sobre o vale Europeu e fiquei encantada. Sou do Mato Grosso e já estou sonhando, esse roteiro passou na frente de todos os outros que eu tinha em mente, apaixonada, o tema do programa era qualidade de vida. Pretendo viajar em Janeiro de 2017 – Destino Santa Catarina, visitaremos algumas praias, estou pesquisando ainda mas meu foco é o vale Europeu. Iremos só eu e meu esposo, provavelmente de carro e além de ler todos os seus posts gostaria de dicas, estou pensando em levar minha bike também achei um pouco salgado o preço para locar. Não tenho resistência, nem hábito nenhum de ciclista, mas tenho alguns meses para me preparar.. é um destino muito caro? é perigoso fazer este trajeto só o casal? Quero suas opiniões… Beijos…

    • Oi, Jessica! Você não vai se arrepender de fazer esse roteiro. Você tem tempo para se preparar, sim! Não há nenhum perigo em fazer o trajeto em casal. Em alguns lugares, o risco que se corre é a bike quebrar ou alguém se acidentar, porque há trechos bem ermos, sem sinal de celular para pedir socorro. Mas de vez em quando passam carros. O Vale Europeu é mesmo encantador! Eu e meu esposo também assistimos ao Globo Repórter e ficamos muito animados para repetir a aventura. 🙂

  10. Boa tarde, Erika

    Top esse cicloturismo

    Em dezembro vou fazer a rota do Vale Europeu e a rota Verde Mar.

    Gostaria de saber quantos dias vocês ficaram em cada cidade que vocês pararam e quanto dias a rota foi completada.

    Obrigado.

    • Oi, Murilo. Também gostaria de fazer a rota Verde Mar. Dizem que é muito bonita!
      Nós fizemos o cirtuito Vale Europeu em 7 dias. Paramos em pousadas muito agradáveis. Em algumas delas a gente bem que queria passar mais um tempo, mas dormimos somente uma noite em cada pousada, apenas para renovar as forças, comer direitinho e recomeçar no dia seguinte cedinho.

  11. Olá!! Adorei todas suas dicas.. estou planejando a minha primeira cicloviagem e escolhi o Vale Europeu… você acha que há perigo para mulher fazer o circuito completo sozinha???

    • Oi, Aline!
      Você vai amar essa cicloviagem! Nas minhas postagens eu falei sobre a questão de estar sozinho. Não acho que haja perigo pelo simples fato de você ser mulher e estar sozinha. No entanto, se você tiver problemas com a bike ou porventura se machucar em algum trecho muito ermo e sem sinal de celular, que são muitos, você não vai ter como chamar socorro. Seria bom ter pelo menos outra pessoa com você. Se não tiver alguém disposto fazer o circuito com você, pense em ir com o grupo do Velotour. É divertido, mais seguro e você vai fazer muitos amigos. Depois me conte como foi, tá?!
      Grande abraço!
      Erika

  12. Oi Erika, adorei suas dicas, desejo fazer esse roteiro do Vale Europeu de bike em setembro, o que você acha? Chove muito nessa época? E como é esse Velotour? também achei legal. Como faço para saber mais detalhes?

    Aquele abraço!!!
    Joana Gay

    • Oi, Joana!

      Setembro chove muito, outubro muito mais. Na verdade, como relatei nos posts sobre o Vale Europeu, o mês que tem menos chuva (não quer dizer que não chova) é abril, segundo os moradores da região.
      O Velotour é organizado pelo Clube de Cicloturismo. Acontece todos os anos desde 2008. Entre no site: http://www.clubedecicloturismo.com.br/eventos-1/20-velotour/82-velotour e verifique informações para 2016. Aproveite as dicas e boa viagem!!! Se tiver novas dicas na volta passe pra a gente.
      Abraço,
      Erika

  13. Muito boas dicas Erika!!
    Vou em outubro fazer o Vale completo. Você poderia me indicar pousadas em cada cidade? Vou com pouco dinheiro e pelo que vi nos sites de hotel, está muito caro!
    Abraço, espero que seu cardiovascular tenha melhorardo.

    • Oi, Enzel!! Tudo bem? Que bom receber seu comentário, obrigada!
      Olha, os hotéis e pousadas que posso indicar são os que já relatei nos posts. Eu acho que os preços subiram depois da reportagem no Globo Reporter. Como são locais muito pequenos é preciso entrar na página da prefeitura de cada cidade e procurar mais opções de hospedagem.
      O site do Vale Europeu, relata também mais opções: http://cicloturismo.circuitovaleeuropeu.com.br/hoteis/
      Aproveite a viagem e depois conte suas experiências!
      Abraço,
      Erika

    • Oi, Daniel! Foi muito legal, sim! Estamos loucos para começar outra… Mas estamos sem tempo para treinar, no momento.
      Olha nossos alforges são de 2 marcas. Os do Eduardo são da Curtlo. Ele acha que comprou na Sport Cicle. Mas já faz muito tempo. São excelentes! Mas não são impermeáveis. Vem com uma capa de chuva. Na internet tem.
      Os meus são da Ortilieb. Também são muito bons! A vantagem desses é que já são impermeáveis. A desvantagem é que compramos na Alemanha. Na época não eram vendidos no Brasil.
      Espero que tenha uma ótima aventura pela frente!
      Abraço,
      Erika

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