Voltando a pedalar – Tatu Flona

A Floresta Nacional tem várias opções de trilhas, todas fáceis. É o que dizem…! Um dia espero poder concordar, porque até agora nenhuma tem sido tão fácil assim, embora a trilha da Taboquinha seja bem mais difícil. Na minha avaliação, por enquanto elas podem ser classificadas como: difíceis, muito difíceis, extremamente difíceis, impossíveis!

O Eduardo tinha feito a trilha chamada Tatu Flona com o Rebas do Cerrado quando ele ainda não tinha GPS e começou seguindo a planilha de navegação. Depois resolveu confiar em seguir outros colegas – ciclistas mais experientes – que, supostamente, já conheciam o caminho. Entretanto, ocorreu que lá pelas tantas ninguém mais sabia para onde ir. Aí apareceu um “salvador da pátria”, dizendo que sabia o caminho. Resultado: tiveram que pular cerca, atravessar barragem e acabaram indo parar na M Norte…

Enfim, com o GPS tudo muda de figura. Ele queria passar de novo por lá e acertar o caminho. No dia 21/07/2012, seguimos a mesma trilha. Acertamos!

Foram 60m de ganho de elevação. Não pude reclamar, mas ainda sofri nas  subidas.

Foi um fim de tarde muito agradável! Lá também pudemos testemunhar os estragos do último incêndio e a capacidade de recuperação da natureza.  São as maravilhas da criação divina. Imaginem se o homem soubesse preservá-la.

A seguir, outra trilha no Jardim Botânico chamada Canelada.

 

 

2 comentários sobre “Voltando a pedalar – Tatu Flona

  1. Fala, Erika! As fotos ficaram massa e o texto muito bom de ler. Só faltou contar do cangaceiro que encontramos na M Norte…..hehehe…
    Parabéns pelo Blog!

    • Pois é, Rodrigo, o cangaceiro era uma figura! Vocês tinham que ter tirado uma foto! Mas com aquela peixeira… vai que ele não gosta de publicidade… kkkk!!!
      Naquele dia vocês ralaram, hein?! É bom pra ter histórias pra contar!! Obrigada!!

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