Cannelé Bistrot
19 de julho de 2013O Chef Leonardo Salamoni, se interessou por gastronomia estudando Hotelaria em Florianópolis. Depois passou um tempo na Europa, onde aprofundou seus conhecimentos com grandes chefs, na França e em Portugal… Voltou ao Brasil e presenteou Canela-RS com o Cannelé Bistrot. O chef Leonardo e a sua esposa, Mauí, comandam o bistrot com grande dedicação, ele na cozinha, ela na recepção dos clientes e convidados.
No dia em que estivemos lá fomos muito bem recebidos pela Mauí e pela Raquel, uma garotinha sorridente de olhos muito brilhantes. A Raquel é, na verdade, auxiliar do chef. De vez em quando dá um apoio à Mauí no atendimento às mesas. Tivemos o privilégio de conhecê-la.
Comemos umas coisinhas diferentes e muito interessantes! Pedimos de entrada uma salada verde e vieiras.
Depois o Eduardo comeu um Cassoulet (feijão branco, confit de pato, carré de cordeiro e paio) e eu experimentei um Bouillabaisse (sopa típica francesa à base de peixes e frutos do mar). Pratos fortes e muito saborosos. Ótimos para o frio!
Tomamos uma cerveja francesa da Abadia de Crespin, a La Divine St.Landelin. Nós nem imaginávamos que franceses produzissem cerveja… a Mauí disse que era uma das melhores que eles tinham. Gostamos muito!
É uma cerveja dourada, leve e generosa, com 8,5% de teor alcoólico e tampa swing-top.
Segundo andei lendo, é uma cerveja para amantes dos valores tradicionais e autênticos do mundo cervejeiro.
A tampa swing-top permite que a garrafa possa ser usada para outras finalidades e a Mauí sugeriu que a levássemos, como costumam fazer todos os clientes. Só que tivemos que deixá-la para trás no aeroporto de Porto Alegre. Na bagagem de mão ela só poderia entrar no avião se a garrafa estivesse lacrada. Garrafa vazia não é permitido.
Depois experimentei uma Tripel, cerveja holandesa produzida pela cervejaria La Trappe, que é a única cervejaria trapiste da Holanda.
A cerveja trapista é um tipo de cerveja produzida sob a supervisão de monges da Ordem Trapista. Dos 171 mosteiros trapistas existentes no mundo apenas oito são autorizados a marcar suas cervejas com o selo de autenticidade trapista, garantindo a origem monástica de sua produção. Seis estão na Bélgica, um na Holanda e um na Áustria. (Fonte: Wikipedia)
O fato é que não entendemos nada desses detalhes, mas gostamos muito das duas cervejas.
O Crème Brûlée Classique de sobremesa foi um dos melhores que já provei. Tão macio, suave! Disse-n0s a Mauí que é uma receita original francesa que o Leonardo trouxe.