Viajando com bichinhos: quando quase tudo dá errado!

2015-03-05 Marie e Luna Vamos viajar web

Este ano, a Gol liberou pets de até 10kg (pet + container) na cabine. Então, para o nosso aniversário de casamento decidimos levar uma de nossas filhotas, a Luna, que é menorzinha e poderia passar no controle da Gol. É que ela fica bem confortável na casinha, fica de pé, dá uma volta com tranquilidade, mas bate a cabeça no teto. Nada que a atrapalhe. A Bianca e a Bia ficam completamente imóveis na mesma casinha… Não há chance para elas. A Marie, nossa gatinha, adora entrar na casinha, mas não gosta de viajar… Continue lendo

Displasia Coxofemoral na Flora – A Cirurgia

Conforme relatei em postagem anterior, a Flora é portadora de displasia coxofemoral. Quando descobrimos isso, consultamos os melhores especialistas em Brasília e a orientação de todos pode ser resumida nas palavras do Dr. Sandro Alex Stefanes:

“Atualmente a protese total de quadril constitui um dos mais efetivos tratamento para displasia coxofemoral. O resultado clínico funcional é muito satisfatório, devolvendo aos animais uma excelente qualidade de vida. Ao contrário das demais técnicas cirúrgicas aplicadas para displasia, a prótese de quadril elimina a progressão da doença, evitando recidivas clínicas. Hoje a técnica mais moderna de prótese de quadril é o uso de próteses não cimentadas. Estas são mais seguras e mais duradouras que as demais modalidades. Uma alternativa ao tratamento cirúrgico, muito efetiva no controle da dor e com bom resultado funcional é a aplicação de Shock Wave Terapia que tem apresentado resultados muito expressivos nos casos de displasia coxofemoral. A escolha do tratamento é individual e depende do grau da displasia, da condição clínica do paciente e da intenção do proprietário”. Continue lendo

Castração

Matéria publicada, em 22/04/2012,  no Correio Braziliense.

 

Rápido e indolor Embora menos conhecido, o método químico para a castração de animais é muito eficiente e causa menos efeitos colaterais

 

Corrigindo o texto da foto, a Luna foi castrada aos 6 meses, antes do seu primeiro cio.

Técnicas para evitar a reprodução de cães e gatos não são novidade. A mais comum é a castração cirúrgica, na qual são retirados os órgãos reprodutores do pet. A cirúrgica é feita com anestesia geral e o tempo de recuperação é de, em média, uma semana. Uma opção menos invasiva é a castração química, proporcionada por medicamentos como o Infertile, criado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Quando aplicada no testículo do animal, a substância à base de zinco diminui o número de células que produzem os espermatozoides, levando o bicho à esterelidade. Continue lendo